Brasil registra 127 mortes por Covid e mais de 23 mil casos neste sábado
Foto: Helena Santos

Um dia após chegar a marca de 660 mil pessoas mortas por Covid, O Brasil registrou 127 mortes e 23.032 casos da doença neste sábado (02). Com isso, o país chega a 660.192 vidas perdidas e a 29.995.638 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.
 

Assim, o país já tem 81,87% da população com a 1ª dose e 74,9% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.
 

Até agora, 78.121.239 pessoas já tomaram dose de reforço --totalizando 36,4% da população. No Paraná, houve registro negativo no reforço vacinal (-5).
 

O consórcio reúne também o registro das doses de vacinas aplicadas em crianças. A população de 5 a 11 anos parcialmente imunizada (com somente a primeira dose de vacina recebida) é de 52,64%, totalizando 10.790.524. Na mesma faixa etária, 17,23%, ou seja, 3.532.426 recebeu a segunda dose ou a dose única.
 

Os dados da vacinação contra a Covid-19 foram afetados pelo ataque hacker ao sistema do Ministério da Saúde, ocorrido em dezembro, o que levou à falta de atualização em diversos estados por longos períodos de tempo. Neste domingo, as informações foram atualizadas em 24 estados e no Distrito Federal.


O consórcio de veículos de imprensa recentemente atualizou os números da população brasileira usados para calcular o percentual de pessoas vacinadas no país. Agora, os dados usados são a projeção do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para 2022. Todos os números passam a ser calculados de acordo com esses valores, inclusive os do ano passado. Por isso, os percentuais de pessoas vacinadas podem apresentar alguma divergência em relação aos números publicados anteriormente.
 

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.
 

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.